27 de dez de 2009

Como?

Ele nao está on line, o que fazer quando horas se transformam em dias de ausência? O que pensar quando percebe que ele não é seu, mas que gostaria de passar parte de sua vida ao seu lado, só para acreditar que amar não é um sentimento, e sim a realização destes? Como vivenciar a dor, mostrando-a com um sorriso quando seus olhos se enchem de lágrimas por saudade? E como resgastar o que nunca existiu?

23 de dez de 2009

O que ser amanhã?
A mesma menina só, pega o ônibus, senta-se em algum banco, espera uns dez minutos, entra pro trabalho, o faz da melhor maneira que consegue fazer, esforço excessivo, um físico um mental, uma apaixonite, uma cadeira, o bar, as pessoas, as músicas, nada agrada. O silêncio do seu olhar me agradaria mais.

20 de dez de 2009

Quero estar junto, presenciar a ausência de nós, só para sentir dor e com ela vê que não dá mais. Eu nao consigo cortar a raiz, pois já se enraizara em mim, foi tão rápido e profundo. É necessário apreender com a dor, nem que o aprendizado seja não tê-lo mais.

Todos foram dormir, cá estou, entre pensamentos e desejos irrealizáveis(hoje). Permaneço assim, olhando a chuva. Por que não envolver? Porque dou costas aos prazeres. Por medo? Não, medo já fora, é que... não posso escrever o que faltam palavras pra se compreender.
Cá estou.
Kellyyyyyy. Oi, faça isso. O quê? Aventure-se. Não, isso não, é arriscado demais. Por quê? Porque o pior não é quando se sente dor, mas quando percebe que já não dói mais.

19 de dez de 2009


Porque tudo ficou distante com o passar dos poucos dias, falta de ligações e pensamentos aleatórios fizeram entender que não está mais afim.
Somos tão diferentes e por isso achava que daríamos certo, enquanto ele decide se privar da sociedade, eu busco nela pessoas que pensam diferente; assim como eu penso. mas no fundo todo mundo tem um pensamento diferenciado e isso que nos faz estar em sociedade. É um conjunto de pensamentos que mantém uma união ou não. Se não existisse o rico não haveria o pobre, se não tivesse o intelectual não existiria o "burro", se nao houvesse o sério, não haveria o engraçado, se não existisse a louca não haveria a normal.
Percebo mais uma vez: Não importa o quão você gosta de alguém, se este estiver interessado ficará com você, sendo você feia, pobre, rabujenta, ignorante, mal educada,ligando ou deixando recados para mostrar sua importância. Mas quer saber, no fundo ninguém dá a mínima.

18 de dez de 2009


Não tem como se envolver quando não se é correspondida. Agora entendem porque eu vivo de paixões platônicas?

15 de dez de 2009

Pensei em por uma música, talvez ela trouxesse lembranças. Mas logo desfiz o pensamento.
Pensei em beber água, preciso não só matar a sede, mas a angústia. Assim, pensei em comer, porém o mastigar não mataria o que o tempo pode matar. Pensei ainda, pensei em pensar em você, vi que já estava pensando e por isso não ouvi música, não bebi, não mastiguei. E, pensei em não pensar em você, mas diferente de todas as coisas existe algo não lógico. eu nao quero pensar em você, mas o fato de não querer já me faz pensar e torna-se inevitável. E agora? O que eu faço quando eu quero você? Como, bebo...

14 de dez de 2009

Hoje talvez amanhã


Tenho mostrado minha sensibilidade em minha força.

4 de dez de 2009

Pensei que não era nada além de minhas cogitações, era apenas um destes caras típicos que vemos na rua e que mechem ao ver passar uma mulher.
A princípio senti medo como sempre tenho quando conheço alguém, mesmo nossas conversas aleatórias via msn, nada estava descrito quem o era. Só conheci outra face de uma moeda. Coloca moeda nisso!
Fora doce e dizia mais do que pensava, ou pensara bastante e dizia tudo o que pensara, gostava de ouvi-lo, pela primeira vez gostei de prestar atenção em alguém; suas palavras e seus modos de expressão. Mãos pequenas, jeito miúdo de se sentar, olhos atenciosos e tão sedutores que diversas vezes me encurvara para não fitá-los. Eles me atraiam tanto, mas tanto que preferia mecher os cabelos, pegar um cigarro, sentar de um jeito e mudar logo em seguida a posição, deixar o vento dizer por mim, pena que o vento não fez sua parte, não dizera baixinho: hei, ela está louca para abraçar você. Assim como eu não fiz minha parte, desta vez não fora o medo que me deslocou de seus braços, mas a terrível e temida timidez. Eu queria apertá-lo.
Ele é muito amável, muito carinhoso, e apesar de nossas diferenças encontrávamos atitudes, pensamentos parecidos, vivência com mágoas de pessoas que nos deixaram e foram deixadas por nós, de saudade e remorso, vergonha da adolescência e imaturidade, saudade... ele disse: Eu chorei. Desculpe, leitores se é que leiam, mas ele já chorou por alguém, isso foi imprecionante ao meu ver. Nunca um homem chorara por mim, sorte daquela que o fez chorar não pela dor, mas pelo sentimento que habitava no seu interior.
Conversarvamos e eu ficava lá, olhando com olhos de encanto, pasmor, desejo...
O dia se tornara perfeito, mas ... decidimos ir, afinal tinha que realizar minhas obrigações diárias, não poderia matá-las, mas sim, queria que o mundo parasse, mais uma vez sentir um encanto e tortura. Pois tudo é que belo se desfaz com o tempo, tudo lindo se apaga e não há como reerguer, as coisas não têm soluções quando se pensa em sentimentos, sentir nem sempre é correspondido. O que será que ele sentira?

1 de dez de 2009

Esquecer uma vida

Depois de ontem tudo cessara, a vontade, o cheiro, o corpo, os olhos... não pensei que me transformaria assim, em alguém tão certa de minhas atitudes. Foi mágico, sempre fora mágico desde de nossa época, mas depois... a dor foi intensa e ao mesmo tempo era como se não existisse. Ninguém entenderia, pois perdir a capacidade de amar, de expor em letras, fazer o outro entender meu entendimento e assim se entender pelo que escrevo. O dia que tiver sensibilidade novamente voltarei a escrever.
Desculpem... mas só quero esquecer tudo; tudo que ainda acho que sinto.

Sentimentos mudam quando você muda.

Enxergando por outros ângulos.